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A Geoforce, fornecedora Internacional de soluções de rastreamento de ativos para empresas operacionais de petróleo e gás, prestadores de serviços e fornecedores de equipamentos para aluguel, já confirmou presença na edição comemorativa de 20 anos da Brasil Offshore. Com sua base em Macaé, o principal centro da crescente indústria offshore, os produtos da marca fazem total diferença ao que diz respeito às tecnologias de satélite e celular nos campos industriais.

Segundo Bruno Trigoly, Business Manager da Geoforce Brasil, embora seus produtos já tenham eficiência de ponta no mercado, a Brasil Offshore dobra suas oportunidades no setor e com isso, pretendem adotar novas tecnologias, de forma que impulsionem seus clientes e possam replicar ideias junto ao evento. Na entrevista abaixo você confere todas essas opiniões e o que a marca trará para nossa 10ª edição. Confira!

Brasil Offshore: A indústria de óleo e gás tem protagonizado boas notícias e encabeçado o momento de transformação e retomada dos projetos e a abertura de novas oportunidades. Como sua empresa tem se preparado para esta nova fase?

Bruno Trigoly: Em momentos de crise é quando soluções como a nossa tem maior valor, já que nós conseguimos mostrar claramente onde estão os gargalos logísticos. Muitos clientes de grande porte entraram em cena antes desse momento de retomada. Uma grande empresa de exploração e produção economizou US $ 5 milhões por ano com apenas um tipo de ativo – um tanque de fraturamento usado para água e líquidos perto do poço. Com um barril de 100 dólares, ninguém estava focando em eficiência. Agora as empresas estão pensando em como fazer isso de maneira mais inteligente. Nós da Geoforce nos encaixamos bem nessa história.

Brasil Offshore: Na visão da marca, quais os principais desafios do setor no biênio 2018-2019?

B.T: Oferecemos uma variedade de dispositivos de rastreamento, usando tecnologia de satélite e celular, dependendo das necessidades específicas de cada cliente, como por exemplo monitorar remotamente as horas de trabalho de motores.

O GT1, que é do tamanho de um disco de hóquei, um de nossos principais dispositivos de rastreamento, adere a qualquer ativo como um tanque de fraturamento ou plataforma de petróleo. Cercado por uma capa de metal resistente, ele pesa menos de 1kg e se comunica por redes de satélites. As unidades não requerem infraestrutura, se comunicam com visão do céu, pode-se rastrear em qualquer lugar do mundo.

O nosso valor comercial é fornecido através do software e dashboards aos nossos clientes, fornecendo um centro de comando de análises detalhadas.

Assim agregamos valor às operações, tornando-as mais eficientes. Desta maneira expandiremos e fecharemos o ano de 2019 com mais clientes satisfeitos.

Brasil Offshore: Qual o foco dos investimentos de sua empresa até 2019?

B.T: Para empresas com equipamentos de campo em locais remotos ou espalhados por várias regiões geográficas, o ponto em que a tecnologia de satélite e celular, o GPS e a análise de dados se encontram é um fator de mudança. Nossos produtos fazem essa diferença e para abranger o alcance de nossas vendas, estamos fazendo novas contratações no primeiro trimestre de 2019, já que reconhecemos ter uma forte equipe brasileira e esperamos praticamente dobrar nosso tamanho este ano, buscando superar a marca atingida em 2018.

Brasil Offshore: A Brasil Offshore completa 20 anos de atuação no mercado e em 2019 promoverá sua edição comemorativa. Qual a relação da sua marca com o evento?

B.T: A Geoforce encontrou uma maneira de trazer ordem ao caos e à ineficiência que frequentemente existe no campo industrial em geral – um desafio que conhecemos bem pois nossa equipe já experimentou em primeira mão trabalhar em empresas de Óleo & Gás. Temos um histórico com a Brasil Offshore, onde sempre encontramos uma excelente estrutura na feira. Todos os anos em que o evento é realizado podemos sentir a diferença no contato com novos clientes, mantendo um bom relacionamento com os mais antigos e assim promover um ambiente de fomento aos relacionamentos e às novas ideias.

Brasil Offshore: A Brasil Offshore será palco para desenvolvimento da indústria fornecedora do pré-sal, qual seu interesse de atuação nessa nova fase da indústria de O&G?

B.T: O pré-sal traz desafios à eficiência logística que podemos resolver com a utilização da tecnologia de rastreio e monitoramento. Formada em 2007, a Geoforce atende às empresas de petróleo e gás, bem como às indústrias de agricultura, transporte e mineração. Mas não há limites para como a tecnologia pode ser aproveitada.

Rastreamos desde boias lançadas da parte de trás de aviões para rastrear correntes oceânicas, até colheitadeiras em vinícolas da Califórnia. Para um projeto de pesquisa da universidade, rastreamos flutuadores de gelo no Pólo Norte demonstrando como o gelo está mudando devido ao aquecimento global. É grande o interesse da Geoforce na nova fase da indústria petrolífera, pois tudo referente a novos negócios e expansão de mercado nos atrai.

Adotar novas tecnologias às vezes pode ser um grande impulso para os clientes. É uma mudança de processo. As pessoas estão acostumadas a trabalhar com suas planilhas, e a mudança é difícil. A concorrência da Geoforce é muitas vezes o status quo.

Brasil Offshore: Compartilhe conosco a sua expectativa para a Brasil Offshore 2019 e nos ajude a construir a melhor feira para a sua empresa.

B.T: Temos uma grande expectativa para 2019, esperamos que mais empresas participem da feira do que na edição do ano de 2017. A rede global de ativos de campo conectados da Geoforce fornece inteligência operacional para mais de 500 clientes envolvidos em operações de campo, em mais de 70 países. Será de grande valia poder ter contato direto com empresas do ramo e estejam precisando das nossas soluções para chegarem a uma operação mais eficaz.

Quer saber mais sobre as novidades que a Geoforce trará para a Brasil Offshore em 2019? Então não fique de fora, a campanha de credenciamento está prestes a iniciar, acesse o link abaixo e fique sabendo em primeira-mão sobre sua abertura.

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