Entenda quais as diferenças entre os tipos de contratos de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, e em que elas podem influenciar na economia e governança do nosso País

Veja as respectivas vantagens e desvantagens dos contratos em área de pré-sal e águas rasas, e entenda o potencial delas na economia. Iremos falar hoje sobre pré-sal, contratos de partilha, concessão e cessão onerosa.

Pré-Sal:

O Pré-Sal, descoberto nos meados finais de 2006, se trata de uma vasta área rica em reservas de hidrocarbonetos, em águas profundas e ultraprofundas. Estas áreas estão compreendidas entre as Bacias de Campos e Santos, sendo que cerca de 70% da reserva está nesta última. Estima-se que lá estejam guardados cerca de 80 bilhões de barris de petróleo. O que tirou o Brasil da posição de 13º colocado no ranking de maiores reservas mundiais, para a 6ª posição.

Devido à enorme reserva, sua profundidade, e por necessitar de uma tecnologia ainda desconhecida no mundo, o pré-sal trouxe enorme desafios. Desafios estes, superados pela Petrobras. O que fez da estatal se tornar a empresa com a maior tecnologia de exploração e produção no mundo. Com uma tecnologia 100% nacional.

Diante dessa breve introdução sobre o que é pré-sal , é possível ter uma noção que, para exploração dessa área, demanda-se custos altíssimos. Fez então com que o governo instituísse, em 2010, o regime de partilha. Até então, todas as áreas eram concedidas sob o regime de concessão. Desde então, o país tem um regime regulatório misto. Surge então os famosos Leilões de áreas para concessões de exploração. Sendo elas: Contrato de Concessão, Contrato de Partilha e a Cessão Onerosa.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Alcantara Machado sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Eu quero investir com a matéria completa.