Cana-de-açúcar e a usina do futuro: uma perspectiva de risco de investimentos

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As perspectivas de longo prazo são extremamente positivas para a cana

Ao contrário de muitos países canavieiros (mais de 100), aqui no Brasil a cana-de-açúcar é um negócio agroindustrial.

E como todo negócio, tem o seu ciclo de crescimento, estagnação e eventual extinção ou reinvenção, que analisaremos a seguir.

Como negócio, os números são impressionantes.

Segundo dados da Unica (União da Indústria de Cana–de-Açúcar), o Brasil é o maior produtor e exportador
de açúcar (a fonte de calorias mais sustentável), com 40% do mercado internacional.

O país também é o segundo maior exportador de etanol (o biocombustível comercial mais sustentável) e o primeiro maior importador.

Em conjunto com o açúcar e o etanol, produz-se energia elétrica a partir da fração fibrosa da cana.

Em 2018, foram exportados para o Sistema Integrado Nacional (SIN) cerca de 20.000 GWh, o que é equivalente ao consumo de 12 milhões de residências, posicionando a biomassa no mesmo nível da geração com o gás natural e a geração eólica.

Quase toda esta exportação se dá nos meses de seca e de forma estável, contribuindo para o aumento do volume de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas e a estabilização da geração e consumo, mais uma vez na forma da eletricidade mais sustentável no mundo.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Alcantara Machado sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Jornal Cana com a matéria completa.