Indústria eletroeletrônica assina acordo de logística reversa com o Ministério do Meio Ambiente

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Depois de quase uma década, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e a Green Eletron, gestora de logística reversa de eletroeletrônicos, assinaram no dia 31 de outubro, com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) o Acordo Setorial para Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos e seus Componentes em atendimento a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10). O a acordo determina as metas a serem alcançadas para um sistema de logística reversa de eletroeletrônicos eficiente.

“Depois de nove anos de negociações e debates, finalmente assinamos hoje este acordo que se insere no âmbito da PNRS e na agenda de qualidade ambiental urbana do ministério”, afirmou o ministro Ricardo Salles. Ele agradeceu as entidades signatárias Abinee; Green Eletron, Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti) e Associação das Empresas e Startups Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) pelo trabalho que têm realizado e por sua contribuição para a assinatura do documento.

O objetivo do acordo é o de regulamentar a implantação e operacionalização de um sistema de logística reversa para produtos eletroeletrônicos. Aguardado desde 2010, o acordo setorial deve alcançar nos próximos anos 400 maiores municípios brasileiros e 5 mil pontos de coleta, atingindo 60% da população brasileira. “Este é um marco importantíssimo para este setor e para o Brasil, e a partir de agora os resultados começam a ser apresentados e colhidos por toda a sociedade”, completou o ministro.

Na avaliação da Abinee, o acordo não apenas atende às exigências legais, como traz segurança jurídica às empresas, demonstrando o comprometimento do setor privado com os cidadãos, a fim de propiciar uma forma eficiente de descartar seus produtos usados (lixo eletrônico) de maneira ambientalmente adequada. “Desse modo, contribui-se também para a economia circular, uma vez que os materiais dos produtos descartados retornam como matéria-prima para o setor produtivo”, avalia Humberto Barbato, presidente da entidade.

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