A Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) estima que a demanda por novos FPSOs pode chegar a 28 novas unidades a serem instaladas entre 2021 e 2030 para desenvolvimento das reservas contratadas sob o modelo de partilha de produção.

São, ao todo, 17 contratos de exploração e produção contratados entre 2013 e este ano, quando foram leiloados os excedentes da cessão onerosa e ocorreu a 6ª rodada de partilha do pré-sal.

A PPSA calcula que a instalação desses 28 FPSOs e outros investimentos necessários para exploração e desenvolvimento das áreas é capaz de movimentar R$ 560 bilhões, dos quais R$ 196 bilhões são relativos às unidades de produção; R$ 196 bilhões são estimativo para perfuração de 474 poços; e R$ 168 bilhões para sistemas submarinos.

Apesar da contratação majoritária da Petrobras – apenas este ano, a companhia contratou 90% dos excedentes de Búzios, 100% no caso de Atapu e 80% do bloco de Aram, na 6ª rodada –, os investimentos na partilha da produção serão feitos por diversas empresas. Ao longo de seis rodadas foram firmados contratos com Equinor, ExxonMobil, BP e Shell como operadoras.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Alcantara Machado sobre o mercado. Matéria publicada originalmente em epbr.