Brasília - O consumo de energia elétrica no país fechou os primeiros três meses do ano com queda acumulada de 4,2% em relação ao mesmo período do ano passado (Marcelo Camargo/Agência Brasil)Crédito da foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Delcy Mac Cruz

Os dois primeiros leilões do Governo em 2020 para compra de energia terão 158 projetos participantes.

Marcados para 30 de abril próximo, os eventos integram termelétricas com disponibilidade de oferecer a chamada energia elétrica existente.

Essa modalidade de energia existente atrai empreendimentos em operação.

O Governo costuma realizar eventos nos quais compra eletricidade de energia nova, ou seja, cuja produção terá de ser implementada.

Os leilões de 30 de abril estão divididos em duas modalidades. O primeiro deles, denominado A-4, prevê a entrega de eletricidade pelo vendedor em quatro anos.

Já o A-5 contempla entrega dentro de cinco anos.

Nos dois leilões o prazo de suprimento é de 15 anos.

Predominância do gás

Os leilões são geridos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia (MME).

No último dia 8 deste janeiro a EPE concluiu o cadastramento dos projetos interessados.

Dos 158 cadastrados, 76 estão inscritos no A-4, em uma oferta de cerca de 36 gigawatts (GW).

Já os demais 82 empreendimentos estão cadastrados no A-5, em oferta de 43,277 GW.

Ambos eventos contemplam as fontes gás natural e carvão mineral nacional.

O gás natural, no entanto, é maioria entre os projetos cadastrados.

Dos 158 empreendimentos, 146 utilizam gás como matéria-prima. Os demais 12 são movidos a carvão.

Crédito da foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Raio X do Leilão A-4

 Empreendimentos cadastrados

Cadastrados por região do País e fonte

Raio X do Leilão A-5

Empreendimentos cadastrados

Cadastrados por região do País e fonte