Eficiência energética está no centro da gestão de cidades inteligentes

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O Brasil está diante de uma nova fase de transformação no setor energético, com a adoção de novos sistemas e de diferentes matrizes capazes de suprir as demandas por energia com uso de alternativas bem interessantes.

Não há tempo a perder para esse novo movimento, pois o planeta grita por socorro diante de um aumento populacional previsto de 2 bilhões de indivíduos nos próximos 20 anos, principalmente em áreas urbanas.

A capacidade energética do planeta não cresce na mesma proporção das demandas por eletricidade. Neste cenário, os governos já perceberam que precisam encontrar oportunidades para reduzir o consumo e seguir atendendo à demanda, ou veremos, em breve, um desequilíbrio até então inimaginável, afetando gravemente a economia global e a população. É fato: a eficiência energética precisa estar no centro da gestão de cidades inteligentes.

Além das já conhecidas razões ambientais e dos riscos de escassez de fornecimento, a eletricidade é uma preocupação constante por representar um gasto expressivo para os cofres públicos. Usar a tecnologia como aliada para o uso eficiente e para a redução de custos é a saída para transformar a maneira como os municípios gerem o recurso.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions. Para continuar lendo, visite o site Computer World com a matéria completa.