Internet das Coisas pode ajudar vacina da Covid-19 (quando ela chegar)

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Ilustração com mãos segurando itens como celulares, tablets e relógios digitais, simbolizando internet das coisas, com telas dos dispositivos mostrando textos escritos

A Internet das Coisas (também conhecida pela sigla IoT, do inglês Internet of Things), está promovendo uma série de inovações em diferentes campos. Afinal, com essa tecnologia é possível conectar diferentes objetos, que podem trocar informações muito úteis para agilizar e melhorar processos.

A tecnologia IoT conecta à internet diversos dispositivos e equipamentos, além de gerar grandes volumes de informações. Os dados, por sua vez, são capturados por outros dispositivos e sensores como:

  • Máquinas;
  • Veículos;
  • Cargas;
  • Objetos menores.

Com todas as possibilidades trazidas pela Internet das Coisas, a tecnologia se torna uma grande aliada no combate ao coronavírus, principalmente no pós-pandemia. Veja mais sobre como a IoT pode colaborar com a luta contra a Covid-19, ainda mais quando a vacinar for criada.

Internet das Coisas como aliada no combate à Covid-19

Um país com dimensões continentais como o Brasil conta com desafios igualmente proporcionais ao tamanho de seu território. Sobretudo quando falamos em distribuição e logística. Dessa forma, é fundamental pensar em como levar a vacina da Covid-19 aos mais diferentes locais brasileiros assim que os cientistas a criarem.

De acordo com Daniel Schnaider, CEO da Pointer by Powerfleet Brasil, a Internet das Coisas “proporciona uma inteligência artificial a objetos que nunca antes imaginávamos que poderiam estar conectados, como caminhões, equipamentos de refrigeração e, por que não, lotes de vacinas para a Covid-19?”, escreveu em artigo do site Estadão.

A Internet das Coisas já é uma realidade. De acordo com Paulo Gallindo, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o mercado de IoT movimentaria US$ 19 trilhões no mundo. O Brasil poderia abocanhar US$ 350 bilhões nesse nicho, diz a entidade.

Leia também: Indústria dá boas vidas à era da Inteligência Artificial das Coisas (AIoT)

Por ser uma tecnologia avançada que diminui erros, a IoT é uma excelente ferramenta para lidar com materiais sensíveis e essenciais como a vacina do novo coronavírus quando for o momento. “No caso de uma vacina, para uma doença letal, em meio a uma pandemia, se deixarmos de empregar uma tecnologia que está ali, à nossa disposição, para garantir a segurança das pessoas, estaremos ultrapassando os limites da negligência à vida humana”, escreveu Daniel.

Ainda de acordo com o texto, se a IoT for usada “nas caixas onde serão armazenadas as vacinas, o profissional que as recebe no destino final seria capaz de, apenas com um smartphone, acessar todas as informações de trajeto”.

Por fim, outra vantagem do uso de Internet das Coisas seria a prevenção de perdas e roubos, um problema comum no Brasil. “As soluções de IoT podem ajudar na prevenção contra roubos, com geolocalização, sistemas antifurtos e protocolos de acionamento automático das autoridades”, acredita o especialista.

Agora que você já sabe sobre as possibilidades de uso de IoT no combate à Covid-19, saiba mais sobre a era da Inteligência Artificial das Coisas (AIoT)!